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UX Writing - Case Aldeia

Atualizado: 30 de abr. de 2023

Estou participando do Curso online de UX Writing (Bootcamp) da Aldeia. E pra começo de conversa: que curso incrível! Quanto material bacana, dicas e insights... Adorei e super recomendo!

E pra começar, recebi um desafio do caminho "não feliz" e achei isso super interessante, afinal não raro, são os caminhos que não desejamos que aconteça e pode cair no esquecimento. Então, vamos ao desafio:


O primeiro passo, foi então, avaliar o manual da Marca, pra entender mais sobre o posicionamento e perfil da marca. De acordo com o manual, a marca é: COLABORATIVO : : COLETIVO : : DESCONTRAÍDO : : DESPRETENCIOSO : : TRANSFORMADOR : : INOVADOR

Após, utilizei o manual da identidade verbal e sobre o sua forma de se direcionar ao público.

"Preferimos ser mais amplos e nos referir ao nosso público como: makers, realizadores, destravadores, criativos, creators, transgressores, criadores, fabricadores de ideias, desbravadores, conquistadores."

O tom de voz da marca é identificado como:

  1. Vida real, pessoas fantásticas.

  2. Autoridade acessível.

  3. Conforto criativo.

Algumas diretrizes retiradas no manual de identidade verbal.

Inspirado no modo: "Vida real, pessoas fantásticas."

"(...)sem vírgulas. Só pessoas entusiastas falam assim. Elas têm muito a dizer e às vezes cortar a vírgula é uma forma de passar a mensagem com mais intensidade."
"(...)entre parênteses, como um comentário à parte, que diz para o leitor que ele pode confiar na nossa opinião."

No modo: "Autoridade acessível"

"Não temos dúvida ao falar, não hesitamos. Reticências e autoexplicação não combinam com a nossa escrita."

DESTAQUES DA LINGUAGEM:

  • Textos fáceis de entender, sem palavras difíceis ou frases confusas.

  • Resumimos ideias em palavras e conceitos novos (destrava, arregômetro, queridinhos, passe-livre, maker)

  • Falamos com você. Mesmo que sejam milhares de seguidores, nós nos dirigimos a cada um deles e não usamos “vocês”.

  • Ao nos referirmos à Aldeia, usamos sempre o plural: nós, nossos, nossas, a gente.

Para finalizar, extraído do modo: "Conforto criativo":

"Tudo o que escrevemos é confortável de ler. Parece conversa, sabe? Tem pergunta, tem explicação e deixa tudo muito claro. Entende? O conforto criativo é próximo e simples."

Então, assim ficou a mensagem:



Contagem de caracteres: TÍTULO: "Hey, maker! STOP." - 17 caracteres TEXTO: "A sua aula não vai rolar. Sabemos que é uma situação chata (muito) e imaginamos que esteja no caminho. Mas já que não conseguimos evitar vamos resolver. Combinado?" - 163 caracteres

BOTÃO 1: "Remarcar aula" - 13 caracteres BOTÃO 2: "Falar com aldeia" - 17 caracteres E aí, o que você achou? Conseguiu perceber a Aldeia falando?


UPDATE: Após um feedback super certeiro e importante da maravilhosa Lory Nakahara temos algumas modificações. Onde antes o texto era: > TEXTO: "A sua aula não vai rolar. Sabemos que é uma situação chata (muito) e imaginamos que esteja no caminho. Mas já que não conseguimos evitar vamos resolver. Combinado?" - 163 caracteres Substituí por: >TEXTO: "Sua aula de hoje foi cancelada e imaginamos que esteja no caminho. Sabemos que é uma situação chata (muito) mas já que não conseguimos evitar, vamos resolver. Combinado?" - 169 caracteres Pois o termo "não vai rolar" pode inspirar uma percepção negativa, podendo inclusive gerar dúvidas. "não vai rolar" mais? "não vai rolar" por algo que eu fiz? Enfim, para demonstração e uma comunicação mais assertiva, direta e sem ruídos. E no final, o resultado foi:

Ahh.. e mudei o botão principal para a direita, pois seguindo a facilidade tátil do usuário, esta posição tornaria mais confortável e fácil efetivar a jornada principal.



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